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Amigos de letras

em 01 de dezembro de 2008

. O amigo Guilherme Fiúza, autor do best seller "Meu nome não é Johnny", lançou, na semana passada, "Amazônia, 20° andar - de Ipanema ao topo do mundo, uma jornada na trilha de Chico Mendes". Conta a história de uma epópeia amazônica.

. Outro grande e generoso amigo, o Antônio Torres, faz, nesta quarta, um bate-papo para lançar a versão de bolso do espetacular "Essa terra". O livro sai pela Best Bolso, um selo da Record. Vai ser na Estação das Letras, rua Marquês de Abrantes, 177 / 108, Flamengo, a partir das 19h. Antônio é ótimo falando e escrevendo. O evento é imperdível.

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Nobel

em 29 de novembro de 2008

Acabo de descobrir que um exemplar do "Bandeira negra, amor" (Objetiva, 2005) passou a fazer parte, em agosto passado, do acervo da Biblioteca Nobel. Segundo o site da instituição - http://www.nobelbiblioteket.se/ - a biblioteca tem a função de dar assistência à Academia Sueca nas avaliações necessárias ao Prêmio Nobel de Literatura. Uau!

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Primeiríssima Estação

em 26 de novembro de 2008

mangueira.jpg

Sou a cara do povo...Mangueira
Eterna paixão
A voz do samba é verde-e-rosa
E nem cabe explicação

O samba da Mangueira para 2009 é belíssimo, emocionante, tem a cara da Estação Primeira, evoca a história do samba, a idéia de um Brasil utópico, meio populista, meio inatingível. Mas é bonito pacas, Darcy Ribeiro, o inspirador do enredo, aprovaria, aplaudiria. Ouça aqui (não é a gravação oficial), a letra segue abaixo.

A Mangueira traz os Brasis do Brasil mostrando a formação do povo brasileiro

Compositores: Lequinho, Jr. Fionda, Gilson Bernini e Gustavo Clarão

Deus me fez assim filho desse chão
Sou povo, sou raça...miscigenação
Mangueira viaja nos Brasis dessa nação
O branco aqui chegou
No paraíso de encantou
Ao ver tanta beleza no lugar,
Quanta riqueza pra explorar
Índio valente guerreiro
Não se deixou escravizar...lutou
E um laço de união surgiu
O negro mesmo entregue a própria sorte
Trabalhou com braço forte
Na construção do meu Brasil
É sangue, é suor e religião
Mistura de raças num só coração
Um elo de amor à minha bandeira
Canta a Estação Primeira

Cada lágrima que já rolou
Fertilizou a esperança
Da nossa gente, valeu a pena
De norte a sul desse país
Tantos Brasis, sagrado celeiro
Crioulo, caboclo, retrato mestiço
De fato, sou Brasileiro!
Sertanejo, caipira, matuto...sonhador
Abraço o meu irmão
Pra reviver a nossa história
Deixar guardado na memória...o seu valor

Sou a cara do povo...Mangueira
Eterna paixão
A voz do samba é verde-e-rosa
E nem cabe explicação.

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