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Pontos de Partida, o Blog do Fernando Molica

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outubro 2021 Archives

Elefantes caem sobre nossas cabeças

separador Por Fernando Molica em 25 de outubro de 2021 | Link | Comentários (0)


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O site da Oasys Cultural - responsável pelo agenciamento e divulgação de 'Elefantes no céu de Piedade' - publicou esta entrevista, em que falo do processo de criação do romance e cito a necessidade de a sociedade brasileira discutir melhor a relação com a ditadura implantada em 1964. O processo entre nós é bem diferente do que ocorre, por exemplo, na Argentina, o que se reflete na produção literária dos dois países.

"Elefantes no céu de Piedade" (Ed. Patuá), novo romance do escritor e jornalista Fernando Molica, se passa no início dos anos 1970 e tem como foco uma família suburbana, moradora do bairro de Piedade (RJ), favorável à ditadura de 1964. A aparente harmonia é interrompida pela chegada de um primo capixaba, universitário que, motivos de saúde, precisa passar uma temporada na casa dos parentes. Logo descobrem que o rapaz não está doente, mas saiu de seu estado por ser procurado pela polícia política. Leiam a entrevista com com o autor.

Vamos começar pelo instigante título do seu livro: por que "Elefantes no céu de Piedade?

R: O título tem a ver com uma piada sobre dois mineiros que ouvi há alguns anos. Uma piada que trata de pessoas que fingem não ver a realidade, que tentam ignorar o óbvio, que tentam assim fugir do inevitável. Ao escrever o livro, achei que poderia usar essa historinha para o meu romance.


Um dos atrativos do romance é a minuciosa reconstrução histórica, com detalhes sobre automóveis, utensílios e canções dos anos 60 e 70. Fez pesquisa para compor esse "acervo"? Ou guarda tudo na cabeça? Ou usou a imaginação?

R: Citei quase tudo de memória, era criança nos anos 1960, comecei a entrar na adolescência na década seguinte. O que tive foi o cuidado de checar as informações. Houve também a preocupação de não fazer com que esses detalhes atrapalhassem a narrativa, são apenas elementos que integram a história, não podem substituí-la, disputar os holofotes com ela.


A ditadura é pouco abordada em obras de ficção no Brasil. Na Argentina, ao contrário, os anos de chumbo são tema recorrente. Por que essa diferença entre países tão próximos e que viveram esse drama quase ao mesmo tempo?

R: A abrangência da ditadura argentina foi muito maior. A população deles é muito menor que a nossa, mas o número de desaparecidos durante os governos militares é em torno de dez vezes superior ao registrado aqui. A matança produzida por lá gerou mais cicatrizes na sociedade. Além disso, há na Argentina um histórico de mobilização política muito maior que o nosso.


Tal qual o protagonista de seu livro, você também era criança, em Piedade, no período da ditadura. Quais são suas lembranças pessoais daquela época?

R: O livro é uma ficção, mas é claro que usei muito da minha memória, inclusive em relação à avaliação que se fazia do regime militar. Havia um medo da repressão, mas também aprovação à lógica de ordem implantada pela ditadura. E, principalmente, havia entusiasmo pelos resultados do tal milagre econômico. Naquele início dos anos 1970 muitos ganharam dinheiro, havia a ilusão do Brasil grande, a Bolsa de Valores batia recordes. Ações de grupos de esquerda, como sequestros de diplomatas e assaltos a bancos geravam medo, apreensão em Piedade.


O Brasil vive agora algo semelhante ao que se passou na década de 60? Acredita que a literatura é capaz de ajudar numa tomada de consciência, à semelhança do que acontece em seu romance?

R: Os processos são diferentes. Nos anos 1960 havia uma ditadura, pessoas foram presas, perseguidas, torturadas. É bem diferente do que ocorre hoje, apesar das ameaças autoritárias. Não vejo na literatura um poder de mudar a consciência das pessoas, mas acredito na sua capacidade de enxergar o outro, de lançar alguma luz sobre o que está nas sombras. O atual presidente nunca escondeu sua simpatia pela ditadura, e mesmo assim foi eleito. É preciso tentar entender as razões dessa certa saudade do autoritarismo que se manifesta em parte da população.


Subúrbio e ditadura em 'Elefantes no céu de Piedade' segundo Thaís Velloso

separador Por Fernando Molica em 24 de outubro de 2021 | Link | Comentários (0)


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No blog Além de Machado, Thais Velloso faz uma bela e original leitura de 'Elefantes no céu de Piedade'.

Destaca a pouca oferta de romances passados em subúrbios de nossas grandes cidades um viés suburbano e ressalta temas relacionados à memória da ditadura citados pela escritora e crítica argentina Beatriz Sarlo.

Dois trechos:

"Quando criança, andava pelas ruas de Piedade sem imaginar que seus nomes poderiam ser mencionados em uma obra de ficção. No colégio, eu e meus amigos estávamos lendo, para a prova do bimestre, um livro que falava da Delfim Moreira, da Ataulfo de Paiva, de jovens, bem mais velhos que nós, andando de bicicleta pelo Leblon. Aquele cenário era muito diferente da minha realidade, e o protagonismo do bairro da Zona Sul na narrativa significava para mim que a Avenida Suburbana não tinha importância alguma em comparação com a Delfim Moreira. Eu, uma criança do subúrbio, estudando em um colégio da Zona Norte com um livro que discorria apenas sobre o Leblon, constatava que "o mundo passava longe de Piedade", como diz o narrador do romance de Fernando Molica."

"(...) 'Elefantes no céu de Piedade', ao abordar a perspectiva de uma família de classe média do subúrbio carioca a respeito da ditadura brasileira, nos faz refletir sobre a construção dessa memória coletiva e, ao mesmo tempo, salienta como é importante conhecer a história, esta escrita com inicial maiúscula, para termos consciência do significado de 'nunca mais'."


"Supimpa", diz Cíntia Moscovich sobre 'Elefantes no céu de Piedade'

separador Por Fernando Molica em 21 de outubro de 2021 | Link | Comentários (0)

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No Facebook, a querida Cíntia Moscovich, escritora que admiro há muito tempo (entre outros livros, destaco seu romance 'Duas iguais', arrebatador, lírico e muito forte), publicou este texto sobre 'Elefantes no céu de Piedade'. Fiquei, claro, muito feliz:


Chegou por aqui esta preciosidade: "Elefantes no céu de Piedade", de Fernando Molica. Li em avant-première e fiz a orelha, privilégios da amizade e, claro, do ofício.
Recomendo: reconstituição de época que é uma beleza, plena ditadura militar, e essa família, que vem colhendo os benefícios da ascensão econômica, recebe em casa um primo, que vive enfurnado, e que vem ao Rio para um suposto tratamento de saúde.
Supimpa.


Aqui, a orelha que ela escreveu para meu romance:

A década é a de 70, o Brasil ainda se acostuma à ideia da nova capital, e os militares mantêm o país sob tacão autoritário. No bairro de Piedade, no Rio, numa casa próxima à avenida Suburbana, uma família de classe média recebe um primo para um pretenso tratamento de saúde -- ao mesmo tempo em que outro parente se vê envolvido num pouco esclarecido assalto a banco. Aí está o mote para este Elefantes no céu de Piedade, novo livro de Fernando Molica, que com técnica maiúscula consegue aliar andamento de suspense a revelações às vezes doloridas.

Valendo-se de um narrador em primeira pessoa e que tem a um só tempo o olhar espantado e inocente da infância, Molica faz uma reconstrução de época preciosa, com direito a um divertido acervo de canções, de utensílios e principalmente de carros, material que faz contraponto ao angustiante, e muito surpreendente, andamento dos fatos.

Neste livro, Molica nos faz lembrar duas grandes virtudes da literatura: uma delas é que a literatura pode encantar seus leitores; a outra, é que a literatura não nos deixa nunca esquecer.


Carta aos leitores

separador Por Fernando Molica em 19 de outubro de 2021 | Link | Comentários (0)

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Quem compra 'Elefantes no céu de Piedade' pelo site da Patuá recebe, com o livro, cópia desta cartinha que, a pedido da editora, escrevi para os leitores.
É um bilhete em que ressalto a importância de cada leitora, de cada leitor. O processo de um livro só se completa com a leitura. Livros são escritos e editados para que sejam lidos.


Flávio Izhaki: "Numa rua de Piedade cabe o mundo do Brasil da ditadura"

separador Por Fernando Molica em 18 de outubro de 2021 | Link | Comentários (0)


ruabelmira.jpgAutor dos belos romances 'De cabeça baixa', Amanhã não tem ninguém' e 'Tentativas de capturar o ar', Flávio Izhaki publicou em suas redes este texto sobre 'Elefantes no céu de Piedade':


A construção de um romance calcado na memória de uma criança é uma estratégia arriscada. Fazer um livro sobre ditadura militar, depois de tantos lançados nas últimas décadas, também. Mas Molica consegue se equilibrar colocando como protagonista um bairro.

Há aqui uma história - um núcleo familiar comum do subúrbio dos anos 1970 cuja vida é de certa forma interrompida pela chegada de um primo que precisa se esconder por um tempo - e dentro dela outras desdobram-se sem pressa. O pai, trabalhador, dono de loja em Madureira; a mãe, dona de casa; a filha virando mocinha (para usar um termo da época), o menino que lembra, ainda na corda bamba entre a fantasia de criança e a incerteza do que não entende.

Mas o grande barato do romance é o bairro, a rua do subúrbio carioca - e aqui ele se aproxima do romance "O amor dos homens avulsos", do Victor Heringer. É o pé no chão ao jogar bola na rua com golzinho de chinelo, é a fofoca de meninos e meninas adolescentes, é fazer parte da vida dos adultos, mas não entender o que está em jogo ali.

Numa rua de Piedade cabe o mundo do Brasil da ditadura. E como o Marcelo Moutinho fala na quarta-capa, "ela deixa marcas em nossas existências individuais." E é por isso que outro livro sobre o período da ditadura militar no país é necessário, ainda mais no Brasil de 21/22.


'Leia', recomenda Nelson Vasconcelos

separador Por Fernando Molica em 16 de outubro de 2021 | Link | Comentários (0)

Jornalista, escritor, resenhista pra lá de sensível e competente, Nelson Vasconcelos publicou no Facebook este texto sobre 'Elefantes no céu de Piedade',

Foi mais ou menos em 1974. Os Secos&Molhados estavam bombando e havia também aquele clima de Copa do Mundo, essas coisas. Eu tinha 7 anos, por aí. Vi quando meu pai convidou um primo dele para vir morar com a gente. O cara queria prestar concurso pro Banco do Brasil. Isso foi em Santarém, interior do Pará, que na época era ainda mais longe do Rio. Ele veio. Não sei quantos anos tinha. Talvez 20, ou 25, não sei. Também não sei quanto tempo ficou lá em casa, mas lembro que passou para o BB, teve festinha.

Um dia ele sumiu, desapareceu, escafedeu-se. Sem aviso prévio. Quando voltei da escola, fim de tarde, minha mãe falou que ele tinha saído levando a mala, mal se despediu dela. Meu pai ficou triste quando soube. O primo sequer deu tchau pra ele - agradecer, muito menos. Foi-se. Esqueci o nome dele, e que se dane.

A gente que é moleque curioso ouve muita coisa, bate as conversas alheias no liquidificador, mistura tudo, fica imaginando coisas. Foi assim que um dia misturei essa parábola do primo ingrato com as histórias de sumiço de militantes políticos, torturas etc e tal. Bem anos 1970. De vez em quando pensava nessa história: estudante do interior é cooptado pela esquerda para tocar la revolución através da luta armada - e esse "terrorista" tinha que ser justamente o cara que morava lá em casa. Emocionante.

Bom. Esses e outros casos meus daquela época, que sinceramente estavam no fundo da minha memória perneta, me vieram à tona ontem, ao fim da leitura do "Elefantes no céu de Piedade", do camarada Fernando Molica. O livro será lançado hoje, mas não resisti e li antes, tô nem aí. Baita Bildungsroman, um romance de formação, uma narrativa mostrando o mundo pelo olhar de uma criança. O Molica explica tudo aí no vídeo em anexo. Meu recado é: leia.

Com frequência, esses romances de formação saem meio imbecilizados, porque pessoal escreve quase no tatibitate, com a chupeta metida na orelha - confundem o lúdico com algo infantiloide e acham isso bonito. Não é o caso desse "Elefantes...". É um retrato bem cuidadoso de uma época e um cenário importantes para o Rio de hoje. E o melhor: baseado em fatos, que frequentemente são mais criativos que a ficção.

À parte isso, fico muito feliz por ter usado a palavra Bildungsroman. Ganhei meu dia.


Marcelo Moutinho e 'Elefantes no céu de Piedade'

separador Por Fernando Molica em 16 de outubro de 2021 | Link | Comentários (0)


Carioca, escritor, jornalista e suburbano, o camarada Marcelo Moutinho escreveu o texto da quarta capa de 'Elefantes no céu de Piedade' e publicou este belo comentário em suas redes sociais:


Li "Elefantes no céu de Piedade" de uma só sentada, num voo entre Rio e Paris, bem antes de virar livro. E a história imaginada pelo Molica só ganhou importância nesse intervalo.
Embora tenha caráter político - a trama de passa em meio à ditadura civil-militar -, o romance passa longe do panfletário. Faz um belíssimo panorama do subúrbio carioca do começo dos anos 1970, a partir do microcosmo do núcleo familiar. Há lirismo e delicadeza no relato.
Tive a alegria de escrever um pequeno depoimento para a quarta capa do livro (no meio editorial chamamos de "blurb"). Está na segunda imagem deste post, logo após a capa. Como digo lá, a memória é um ótimo antídoto contra as tiranias.


Aqui, o texto da quarta capa do romance:

Pelos olhos de um menino, Fernando Molica nos mostra que a sombra da ditadura não é difusa ou remota. Pelo contrário: projeta-se e deixa marcas em nossas existências individuais. Este é um livro sobre o fim da inocência, mas também sobre a importância da memória como antídoto contra as tiranias.


Céu azul para os elefantes voadores

separador Por Fernando Molica em 11 de outubro de 2021 | Link | Comentários (0)

conviteelefantes.jpg


A meteorologia promete que, na quinta, dia 14, haverá céu de brigadeiro para as evoluções meus elefantes voadores sobre o Bafo da Prainha.

No bairro que, dizem os ingleses, é um dos mais legais do planeta.


Elefantes na pista do Largo da Prainha

separador Por Fernando Molica em 07 de outubro de 2021 | Link | Comentários (0)

elefantesdancam.png

A playlist Elefantes no céu de Piedade está no Spotify. Será a trilha sonora do lançamento presencial - e pandemicamente correto - do livro, no próximo dia 14, a partir das 18h, no Bafo da Prainha.
As músicas são quase todas das décadas de 1960 e 1970 - o romance trata da vida de uma família de Piedade, subúrbio do Rio, durante a fase mais pesada da ditadura.
O Bafo, bar ao ar livre, fica no Largo de São Francisco da Prainha, ao lado da Praça Mauá (é só seguir a Sacadura Cabral).
Para acessar a playlist, basta clicar aqui .

(A imagem dos elefantes dançarinos é do CoolClips.com.)


Elefantes no Largo de São Francisco da Prainha

separador Por Fernando Molica em 05 de outubro de 2021 | Link | Comentários (0)

capaelefantes2.jpg

No próximo dia 14, uma quinta-feira, lançarei meu sexto romance, 'Elefantes no céu de Piedade' (Patuá). Um lançamento presencial, pandemicamente correto: será no Bafo da Prainha, o mais que legal bar que o Raphael Vidal criou no Largo da Prainha, ali pertinho da Praça Mauá, na Rua Sacadura Cabral.

Vai ser ao ar livre, as mesas são bem distanciadas, quem quiser poderá pedir o livro aos garçons. E vai rolar uma trilha sonora especial, com músicas dos anos 1970, quando se passa a ação do romance.

Como o livro trata da ditadura, a playlist será muito focada em canções que contestavam o regime, que apontavam para novos tempos.

Claro que todo mundo será bem-vindo.


BG
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