

Fernando Molica nasceu no Rio de Janeiro em 1961 e foi criado no subúrbio de Piedade. Em janeiro de 1983 formou-se em jornalismo na Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Trabalhou nas sucursais cariocas dos jornais "O Estado de S.Paulo" e "Folha de S.Paulo" e foi chefe de reportagem de "O Globo". Em 1996, Molica foi para TV Globo. Em 2008, assumiu o cargo de editor da coluna "Informe do Dia", do jornal "O Dia". Em 2004, foi o vencedor do prêmio Vladimir Herzog na categoria reportagem de TV.
Em 2002 lançou seu primeiro romance, "Notícias do Mirandão" (Record), livro que, em 2006, foi publicado na Alemanha pela editora Nautilus. O romance está sendo adaptado para o cinema. Em 2003, lançou, também pela Record, o livro-reportagem "O Homem que morreu três vezes"; e, em 2005, pela editora Objetiva, o romance "Bandeira negra, amor". Os dois livros foram finalistas do prêmio Jabuti. "O homem que morreu três vezes" recebeu menção honrosa do prêmio Vladimir Herzog.
Diretor da Abraji - Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo -, organizou duas coletâneas de reportagens: "10 reportagens que abalaram a ditadura" e "50 anos de crimes". Os livros fazem parte da coleção Jornalismo Investigativo, um convênio da Abraji com a editora Record. Molica é coordenador do MBA em Jornalismo Investigativo e Realidade Brasileira da Fundação Getúlio Vargas.


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